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5 Perguntas para Airton Faleiro

5 Perguntas para Airton Faleiro

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1- Como foi sua trajetória para chegar na política?

Eu não tinha nada planejado para me tornar político, eu fui entrando primeiro na luta sindical por necessidade, por conta do abandono que a região onde eu morava, em Placas, vivia e a minha categoria (de agricultores familiares) enfrentava também. Era um momento de mobilização social em torno das oposições sindicais combativas e eu acabei virando uma liderança sindical na Corrente Sindical Lavradores Unidos chegando a ser presidente estadual da Fetagri, diretor nacional da Contag e da CUT. Participei da criação do PT de Santarém, pois Placas pertencia ao município.

 

2 -Algumas pessoas questionam sua relação com o município de Santarém. Já se considera santareno?

Eu cheguei em 1978, na região da Transamazônica, onde é hoje o município de Placas, mas pertencia ao município de Santarém. Casei com uma santarena, Raimunda Monteiro e passei a morar na cidade. Já faz mais de 10 anos que eu moro aqui de forma permanente e já recebi o título de cidadão santareno. Muita gente já me reconhece como um representante de Santarém. Isso ficou claro na última eleição para estadual, em que fui o único deputado estadual eleito, morador e domiciliado em Santarém, e agora eu fui o único federal eleito por nossa cidade,  não somente por ela, pois eu peguei voto no estado todo, mas eu me sinto cidadão santareno sim.

 

3 – O que motivou você a ser candidato a deputado federal em um momento conturbado da política brasileira?

O que me motivou mesmo não foi só ter viabilidade eleitoral, era saber do desafio que tinha pela frente. Eu trabalhava no cenário da possibilidade do meu partido voltar a governar o Brasil, na época Lula estava liderando as pesquisas, mas também tinha o cenário da possibilidade do projeto adversário vencer as eleições e agora grandes temáticas estão vindo para a pauta, durante a minha legislatura.

 

4 – Qual a sua avaliação da eleição de 2018?

A eleição é resultado do conjunto de fatores combinados entre si. Mas do ponto de vista mais geral, posso dizer que minha candidatura se inseriu no contexto de um embate de projetos na opinião pública, onde meu partido (PT) em nível nacional há anos vinha numa polarização de projeto de governo com o PSDB, e ocorria um debate mais programático, onde eles defendiam uma proposta mais neoliberal e nós uma política mais voltada ao social.

 

5O que Santarém e região podem esperar como deputado federal?

Vou trabalhar e defender uma política que envolva geração de emprego e oportunidade para as pessoas, como por exemplo: Criação de um polo industrial de produção de medicamentos e alimentos saudáveis em Santarém. Já está em curso nosso trabalho com muitas parcerias para transformar Alter do Chão, em um polo de produção audiovisual com um centro cultural. Nós temos grandes desafios como na área de saúde, com a conclusão do Hospital Materno Infantil, e o fortalecimento da saúde básica nos municípios; além de projetos que fomentam a agricultura familiar. )E�?�Y��

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